Descubra QUEM é o príncipe que está por trás da compra do Newcastle e promete contratar estrelas do futebol mundial

O anúncio oficial da venda do Newcastle está para ser anunciado em breve. Vários jornais ingleses revelam que o contrato de venda já foi assinado, e a transação deve ser selada ainda no mês de maio.

Um projeto audacioso para retomada de um clube super tradicional. Recentemente, o Newcastle estampou as capas dos jornais ingleses quanto a sua venda para um fundo de investimentos da Arábia Saudita. A mudança de status do time pode se transformar da água para o vinho, caso a venda do clube seja concretizada.

Nomes de peso são especulados. Atletas de ponta como Philippe Coutinho, Griezmann, Cavani, Gareth Bale, Vidal e Koulibaly são promessas de contratações para a próxima temporada. A ideia de montar um time estelar está causando um alvoroço na Inglaterra, pois se a venda do Newcastle for concretizada, o clube pode se tornar um dos mais ricos do planeta.

Quem está por trás disso tudo é Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, que pretende tornar o Newcastle um dos clubes mais poderosos do planeta. Bil Salman tem uma fortuna familiar estimada em 1,4 trilhão de dólares, em estudo estimado em 2018.

O anúncio oficial da venda do Newcastle está para ser anunciado em breve. Vários jornais ingleses revelam que o contrato de venda já foi assinado, e a transação deve ser selada ainda neste mês, o que causou um alvoroço na cidade repleta de fãs do Newcastle United.

O atual dono do Newcastle é Mike Ashley, um empresário milionário que comanda setores de lojas e marcas especializadas em artigos esportivos. Ele comanda os Magpies desde 2007, mas sem sucesso dentro dos gramados. Nesse período de sua gestão, o Newcastle venceu duas vezes o título nacional da segunda divisão, além de campanhas muito pobres na Premier League.

A venda do Newcastle deve girar em torno dos 345 milhões de euros, sendo que 80% do valor será bancado por Mohammed bin Salman. Os outros demais serão bancados por outros sócios do príncipe da Arábia Saudita.

 

Magnata coleciona polêmicas na geopolítica mundial:

Mohammed bin Salman é filho e herdeiro do Rei Salman bin Abdulaziz Al Saud. Na verdade é o filho quem comanda a Arábia Saudita e com uma política de mãos de ferro. Não é à toa que Bin Salman é alvo de ativistas políticos e de direitos humanos na atualidade.

Por um lado, muitos defendem o lado moderno de Bin Salman ao dar mais direitos às mulheres na Arábia Saudita, principalmente ao fato de elas terem o direito de dirigir e também de poder frequentar eventos públicos, como as partidas de futebol. No entanto, ainda há muito que se caminhar nesta questão. O conservadorismo ainda impera na questão das mulheres no país. Elas só podem ter passaporte e ingressar numa faculdade com a autorização do homem chefe da família.

Outro lado da moeda está o fato de Bin Salmam agir com violência os opositores ao seu governo. Existe uma caça às vozes contrárias ao seu estilo de governar e de políticas sociais adotadas pelo príncipe saudita.

É importante ressaltar que o príncipe também tem tratado muita gente opositora a ele como criminosos de guerra, principalmente por conta do conflito civil no Iêmen, que já vitimou mais de 100 mil pessoas. No entanto, a mancha mais marcante de seu governo foi o seu nome estar ligado à morte do jornalista Jamal Khashoggi, que era um crítico feroz do seu governo e colunista do norte-americano "Washington Post". Em 2018, o jornalista foi esquartejado dentro do consulado da Arábia Saudita, em Istambul, na Turquia.

Essa questão deixou o governo britânico em alerta sobre a venda do Newcastle United para o príncipe Bin Salman. O príncipe negou que teria ordenado a morte do jornalista, apesar de muitos grupos de oposição e ativistas de direitos humanos apontarem o magnata como mandante do crime.

Apesar de toda essa questão política bastante delicada por trás do provável novo dono do Newcastle, a torcida está em êxtase com essa possível mudança de status do clube, que não sabe o que é sentir o gosto de ser campeão inglês desde 1927.